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Ângela Bonatti

Angelina dos Santos Pereira Costa (Indaiatuba, 20 de outubro de 1939 – Rio de Janeiro, 23 de março de 2025), conhecida a

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Angelina dos Santos Pereira Costa (Indaiatuba, 20 de outubro de 1939 – Rio de Janeiro, 23 de março de 2025), conhecida artisticamente como Ângela Bonatti, foi uma atriz, dubladora e diretora de dublagem brasileira.

Ângela nasceu em Indaiatuba, São Paulo, em 20 de outubro de 1939. Mudou-se cedo com a família para o Rio de Janeiro, aonde foi aluna do Colégio Regina Coelli, e do Colégio Interno Santos Anjos. Desde cedo já evidenciava sua queda para as artes cênicas. Pintando quadros em sua casa, e atuava em peças teatrais de fim de ano nas escolas. Fez aulas no Conservatório Nacional de Teatro, no Ministério da Educação. Na escola, aprendeu impostação de voz, dicção, monólogo de dança e interpretação (pantomima), história do teatro, e até esgrima. Posteriormente, matriculou-se na Escola Belas-Artes, mas foi convencida por seu professor, Hector Herrera a seguir as artes cênicas.

Um tempo depois, acabou conhecendo Olavo de Barros, da Rádio Tupi, que a apresentou a Sérgio Brito em 1958, que a levou para a emissora. Seus primeiros papéis foram feitos no Teatro de Comédia com Mario Provenzano. Depois foi chamada para atuar com Sérgio Brito no Grande Teatro Tupi, fazendo peças, como: A Casa de Bernarda Alba (1958), Tragédia de Bolso (1958), Meu Reino Por Um Amor (1958), Hedda Gabler (1958), Carnê de Baile (1958), Apenas Um Coração Solitário (1958), O Castelo do Homem sem Alma (1959), Três Histórias (1959), Baile do Municipal, na peça Carnaval em Três Tempos (1960), entre outros.

Ao todo realizou mais de 40 peças no programa. As peças eram sempre dirigidas e produzidas por Sérgio Brito, e atuadas ao lado de Fernanda Montenegro, Sérgio Brito, Nathalia Timberg, Fernando Torres, Felipe Wagner, Fábio Sabag, e outros. Em 1960, se afastou da televisão, indo pro Rio de Janeiro fazer teatro. Em 1961, esteve na TV Continental, nas peças do programa Teatro de TV Continental, dirigidas por Fábio Sabag. Entre elas, atuou em Lázaro (1961). Por volta de 1964, retorna a TV e vai trabalhar na TV Rio. Entre outras, esteve na novela Imitação da Vida (1964). No mesmo ano, ingressa na TV Tupi do Rio, e atua, entre outros no programa Clube dos Morcegos, atuando em peças como A Face do Mal (1965), e Prelúdio Sangrento (1965). No mesmo ano, ingressa na TV Excelsior do Rio. Na emissora, trabalha no programa de aventuras 002 Contra o Crime (1965), com direção de Daniel Filho. Ela atuava ao lado de Sergio Malta, Mário Lago, Henrique Alberto, Diana Morel, e outros. Na série, fazia par romântico com Sérgio Malta. Poucos meses depois, a série troca de nome para Coroa de Rúbia (1965).

Na década de 1970, é chamada para atuar em algumas produções da Rede Globo. Entre elas o programa Caso Especial, no episódio Na Roda Viva da Vida (1976), ao lado de Cecil Thiré, Ênio Santos, Nívea Maria, e outros. No teatro, começou na Companhia Grupo dos Sete, na peça Mambembe (1959-60) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Posteriormente fez outras peças, como Cristo Proclamado (1960) no Teatro Copacabana.

No cinema, atuou nos filmes: O Homem Que Roubou a Copa do Mundo (1961), Tocaia no Asfalto (1962), Bonitinha, mas Ordinária (1963), Manaus, Glória de uma Época (1963), Três Cabras de Lampião (1963), e A Um Pulo da Morte (1969). Ângela também foi vedete, fez parte das Certinhas do Lalau. Isso lhe rendeu muitas aparições em jornais e revistas, como na revista Cinelândia em 1963, e Fatos & Fotos em 1964, ambas sendo a capa da revista. Também trabalhou como garota propaganda, fez comerciais para a Piraquê, e para a tinta de cabelo Tony, entre outros.

Começou na dublagem em 1961 na CineCastro, indicada por uma colega atriz para a dona da empresa, Carla Civelli.

Ela foi uma das primeiras mulheres a se tornar diretora de dublagem no Brasil, tendo começado a dirigir na Peri Filmes em 1975.

Em sua carreira, Ângela dublou inúmeras personagens e passou por vários estúdios do Rio, tanto como dubladora como diretora. O estúdio em que mais dirigiu foi na Herbert Richers, onde foi diretora da década de 1980 até o início dos anos 2000. Também trabalhou como diretora na Audio Corp, do final da década de 90 até idos da década de 2010.

Ângela se afastou da dublagem em 2020, após sofrer um AVC. Bonatti morreu em 23 de março de 2025 aos 85 anos. A notícia de seu falecimento foi anunciada por Marisa Leal em seu perfil do Instagram.

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Mike Hammer: Uma Aventura Perigosa (1989) - Helen Durant

A Lente do Desejo / Por Que Posei Para a Playboy (1991) - Meredith Lanahan

Sky High - Super Escola de Heróis|Sky High: Super Escola de Heróis (2005) - Diretora Powers

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