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Éric Rohmer

Éric Rohmer, nascido Jean-Marie Maurice Schérer ou Maurice Henri Joseph Schérer (Tulle, 21 de março de 1920 — Paris, 11

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Éric Rohmer, nascido Jean-Marie Maurice Schérer ou Maurice Henri Joseph Schérer (Tulle, 21 de março de 1920 — Paris, 11 de janeiro de 2010), foi um cineasta, crítico de cinema, roteirista e professor de literatura francês. Importante figura da nouvelle vague do cinema francês do pós-guerra, Rohmer foi também editor do influente jornal cinematográfico francês Cahiers du cinéma.

Foi professor de Literatura, colaborou nos Cahiers du cinéma desde a sua fundação e escreveu com Claude Chabrol um livro sobre Hitchcock. Assinou uma série de curtas-metragens entre 1954 e 1958, e em 1959 realizou seu primeiro longa-metragem, Le signe du lion. Dirigiu diversos filmes para a televisão escolar entre 1964 e 1966 e, em 1967, La collectionneuse chamou de novo a atenção para o seu nome e o seu estilo.

Entre suas obras destacam-se os "Seis contos morais", ciclo realizado entre 1962 e 1972, composto pelos filmes de curta-metragem A padeira do bairro (La boulangère de Monceau,1962), de média-metragem A carreira de Suzanne (La carrière de Suzanne, 1963) e dos longas-metragens Minha noite com ela (Ma nuit chez Maud,1969), A colecionadora (La Collectionneuse,1967), O joelho de Claire (Le genou de Claire,1970) e Amor à tarde (L'amour l'après-midi, 1972). As histórias giram em torno do mesmo tema: “O narrador procura uma mulher e encontra outra, que monopoliza a sua atenção, até ao momento em que volta a encontrar a primeira”.

Posteriormente, o cineasta viria a dirigir seis filmes do conjunto Comédias e Provérbios, quatro filmes de seus Contos das Quatro Estações e muitos outros. Em 1976, seu drama de época A Marquesa d'O (título original em alemão Die Marquise von O), produção franco-alemã, recebeu o Grand Prix Spécial du Jury do Festival de Cannes.

Realizador elegante e austero, do seu cinema disse Georges Sadoul ser "elitista" e possuidor de uma exigência do absoluto, de diálogos cuidadosamente polidos e de imagens com frémitos puritanos. Rohmer era um cineasta de inspiração católica e, talvez por isso, há um fundo moral nos seus filmes que contam histórias simples, mas onde há uma especial harmonia entre a palavra e a imagem.

1958 - Véronique et son cancre

1960 - Présentation ou Charlotte et son steak

1962 - La boulangère de Monceau

1964 - L'ère industrielle: Métamorphoses du paysage

1964 - Les cabinets de physique au XVIIIème siècle

1965 - Perceval ou Le conte du Graal

1966 - Une étudiante d'aujourd'hui

1959 - Le signe du lion... (br: "O signo do leão)

1965 - Paris vu par..., (filme coletivo em seis esquetes; dirigiu o episódio Place de l'Etoile)

1967 - La Collectionneuse...(pt: "A coleccionadora"; br: "A colecionadora")

1969 - Ma nuit chez Maud...(pt: "Uma noite em casa de Maude") (br: "Minha noite com ela")

1970 - Le genou de Claire...(pt: "O joelho de Claire")

1972 - L'amour l'après-midi...(pt: "O amor às três da tarde") (br: "Amor à tarde")

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