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Alberto, duque da Baviera

Aristocrata alemão

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Alberto Leopoldo Fernando Miguel Duque da Baviera (3 de maio de 1905 — 8 de julho de 1996), Duque da Baviera, da Francônia e Suábia, Conde Palatino do Reno, foi o único filho sobrevivente do príncipe herdeiro Ruperto e de sua primeira esposa, a duquesa Maria Gabriela da Baviera. Seu avô paterno foi Luís III, o último rei da Baviera, deposto em 1918.

Sua família, a Casa de Wittelsbach, era contrária ao regime da Alemanha nazista, e Alberto levou a sua família para Sárvár, em Vas, Hungria, no ano de 1940. Em outubro de 1944, quando a Alemanha ocupou a Hungria, os Wittelsbach foram presos e aprisionados no campo de concentração de Sachsenhausen. Em abril de 1945, foram movidos para o campo de concentração de Dachau, onde foram libertados pelo exército norte-americano.

Alberto tornou-se o chefe da família real bávara com a morte de seu pai, em 2 de agosto de 1955. A partir dessa data passou igualmente o pretendente ao trono da Inglaterra e da Escócia pela linha jacobita.

Em 1930, Alberto desposou a condessa Maria Francisca Juliana Joana Draskovich von Trakostjan (1904-1969),

Ela era filha do Conde Dionys Maria Draskovich von Trakostjan e da Princesa Juliana Rose von Montenuovo (bisneta de Maria Luísa da Áustria, que foi Imperatriz dos Franceses), e pertencia a uma família da nobreza croata conhecida desde 1230 e elevada à categoria de Condes Imperiais em 1631.

Maria Gabriela Antônia José, em 1931.

Maria Carlota Juliana, (1931-2018). Gêmea da antecessora.

Francisco, duque da Baviera, em 1933.

Max Emanuel da Baviera, em 1937.

Em 1971, Alberto casou-se com a condessa Maria-Jenke Clara Clementina Antônia Estefânia Walburga Paula Keglevich von Buzin (1921-1983), com quem não teve filhos.

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