Alberto João Cardoso Gonçalves Jardim GCC • GCIH • MPCSJ
(Funchal, 4 de fevereiro de 1943) é um funcionário público, jornalista e dirigente político português.
Foi presidente do Governo Regional da Madeira durante 37 anos, entre 1978 e 2015.
Alberto João Jardim nasceu no coração da cidade do Funchal, à Rua do Quebra Costas, freguesia de Santa Luzia.
Filho único, perderia o pai aos 11 anos de idade.
Após completar os estudos liceais, na cidade natal, viajou para o continente, afim de prosseguir estudos superiores.
Começou por viver em Lisboa, transferindo-se depois para Coimbra, onde viveu mais de uma década até completar o curso.
Acabaria, finalmente, licenciado em Direito, na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Na juventude, foi também um empenhado elemento da Mocidade Portuguesa.
Cumpriu o serviço militar obrigatório como oficial de Ação Psicológica, em Lisboa e na Madeira.
Recebeu um doutoramento Honoris Causa em Ciências Políticas pela Universidade de São Cirilo, de Malta.
Alberto João Jardim foi professor nos ensinos técnico e secundário, realizando em seguida o estágio de advocacia.
Depois, foi diretor do Centro de Formação Profissional da Madeira, assim obtendo um vínculo na Função Pública.
Paralelamente, tornou-se jornalista, destacando-se como diretor do diário matutino "Jornal da Madeira", que fora antes dirigido pelo seu tio materno, Agostinho Cardoso. Depois da sua direção, manteria uma colaboração semanal por largos anos com o mesmo título.
Também foi professor convidado da extinta Universidade Independente (Lisboa).
Foi dirigente cooperativo e, nessa qualidade, administrador de socieades e/ ou membro dos corpos gerentes de várias instituições de solidariedade social. Foi ainda presidente da direção da "Fundação Social Democrata da Madeira", embora sem funções executivas.
Percurso no Partido Social Democrata
Alberto João Jardim foi um dos primeiros militantes do então Partido Popular Democrático (PPD), em maio de 1974, um mês após a Revolução dos Cravos, seguindo assim os fundadores Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota.