Antonina é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população contada em 2010 é de 18.891 habitantes com uma área de 876,551 km². Está situada à 90 km de Curitiba, e ã 50 km de Paranaguá.
Cidade histórica cujos primeiros vestígios da ocupação foram encontrados nos sambaquis. Posteriormente, índios carijós habitaram o local sendo que os primeiros povoadores datam de 1648 e 1654. Antonina situa-se em uma das primeiras áreas brasileiras ocupadas pela Coroa Portuguesa, na Região Sul do Brasil. Além da extraordinária beleza natural paisagística, Antonina possui edifícios com características do período colonial, eclética e art déco, calçamento de pedras e ruínas históricas, as quais enriquecem o seu patrimônio. O município oferece ainda, diversos atrativos turísticos. É acessado pela BR-277, pela antiga Estrada da Graciosa, pelo Ramal de Antonina da antiga Estrada de Ferro Paraná e através do Porto de Antonina, que foi recentemente reativado, onde também se localiza a sede do município. Criado através da Lei Estadual nº14 de 21 de janeiro de 1857, e instalado na mesma data foi desmembrado de Paranaguá.
Os habitantes naturais do município de Antonina são denominados capelistas ou antoninenses. Está localizada no litoral norte do Estado do Paraná na Mesorregião Metropolitana de Curitiba, mais precisamente na Microrregião de Paranaguá, estando a uma distância de 84 km via BR-277 e 79 km via Estrada da Graciosa, da capital do estado, Curitiba.
De acordo com Elias (2019, p.86-87), eram tempos de caça a ouro, e este ciclo se aprofundou-se com a chegada de homens sequiosos pelo metal vil. Com o passar dos anos, firma-se a povoação oficial de Antonina a partir de de 12 de setembro de 1714. Em 1712, Manoel do Vale Porto, depois sargento-mor, estabeleceu-se no Morro da Graciosa, pois havia recebido sesmaria localizada nesta região, e à frente de grande número de escravos, iniciou o trabalho de mineração e agricultura na região. As primeiras roçadas devastaram a selva em frente a ilha da Graciosa (atualmente Corisco), que comprovaram a uberdade da terra ,de grande valia para o povo do lugar. Valle Porto conseguiu provisão de licença para a construção da primeira nave da Capela de Nossa Senhora do Pilar no povoado, que abrigava cerca de cinquenta familias de fiéis em tributo à Virgem Maria.Desde está época os moradores da cidade ficaram conhecidos como Capelistas.Em 1797 o povoado tinha 2.300 habitantes, que viviam de mineração, pesca e agricultura de subsistência. Neste mesmo ano, em 6 de novembro, a freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa foi elevada a categoria de vila, com a denominação de Antonina,em homenagem ao principe da beira Dom Antônio. Este ato solene foi realizado na presença da nobreza e do povo em geral, que assistiu ao levantamento do pelourinho e da lavratura do ato. Em 14 de janeiro de 1798, foi empossada a primeira Câmara de vereadores de Antonina, e a primeira providência foi a reabertura da Estrada da Graciosa, com a ajuda de autoridades curitibanas.
O nome de Antonina é uma homenagem prestada ao Príncipe da Beira Dom António de Portugal em 1797. Etimologicamente existem duas fontes: primeiro, do latim "antonius" que significa inestimável, segundo, do grego "antheos", traduzido como flor.
Antonina é uma das mais antigas povoações do Paraná, tendo sua região sido perlustrada a partir do século XVII. A efetiva ocupação deu-se em 1648 quando o parnaibano Gabriel de Lara, o Capitão Povoador, sesmeiro da Nova Vila (Paranaguá), cedeu a Antonio de Leão, Pedro Uzeda e Manoel Duarte, três sesmarias no litoral de Guarapirocaba, primeiro nome de Antonina, as primeiras daquela porção litorânea. Foram pois, estes os primeiros povoadores de Antonina.
Eram tempos de caça ao ouro, e este ciclo intensificou-se com a chegada de homens sequiosos pelo vil metal. Com o passar dos anos, o povoamento do lugar foi se firmando, datando de 12 de setembro de 1714, a oficial povoação de Antonina.
Em 1712, Manoel do Valle Porto, depois sargento-mor, estabeleceu-se no Morro da Graciosa, pois havia recebido uma sesmaria localizada nesta região e a frente de grande número de escravos, iniciou o trabalho de mineração e agricultura na região.
As primeiras roçadas devastaram a selva em frente a ilha da Graciosa (atualmente ilha do Corisco), que comprovaram a uberdade da terra, de grande valia para o povo do lugar.
Um marco fundamental para a história da cidade: a fundação da freguesia, em 1719. Na época, Valle Porto conseguiu provisão de licença para atender os pedidos de cerca de cinquenta famílias de fiéis que a região abrigava para a construção da primeira nave da Capela de Nossa Senhora do Pilar no povoado, em tributo ao título mais antigo da Virgem Maria. Desde esta época os moradores da cidade ficaram conhecidos como "capelistas".
A capela original foi construída em uma bela colina, às margens da baía, de onde se tem uma vista privilegiada do município e de sua exuberante riqueza natural.
Em 1797 o povoado tinha 2.300 habitantes, que viviam de mineração, pesca e agricultura de subsistência.
Neste mesmo ano, a 6 de novembro, a freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Graciosa foi elevada a categoria de vila, com a denominação de Antonina, em homenagem ao Príncipe da Beira Dom Antônio. Este ato solene foi realizado na presença dos políticos e do povo em geral, que assistiu ao levantamento do pelourinho e da lavratura do ato.
Em 14 de janeiro de 1798 foi empossada a primeira câmara de vereadores de Antonina, e a primeira providência foi a reabertura da Estrada da Graciosa, no que foram ajudados por autoridades curitibanas. Em 1835 a vila tinha 3.300 habitantes.
No dia 21 de janeiro de 1857, através de Lei Provincial nº 14, torna-se município da nascente Província do Paraná.
Situado na Mesorregião Metropolitana de Curitiba, o município limita-se ao norte e a oeste com Campina Grande do Sul, ao sul e a oeste com Morretes; e a leste com Paranaguá e Guaraqueçaba. A sede do município está localizada na posição geográfica de 25°25'44" S de latitude sul e 48°42'43" W de longitude oeste, estando a uma altitude de 5 metros. Possui uma área de 882 km² representando 0.4427 % do estado, 0.1566 % da região e 0.0104 % de todo o território brasileiro..
Geologicamente, os terrenos do município são de origem proterozoico-cambriana, arqueano-proterozoica, quaternária, holocênica, mesozoico-jurássico-cretácea e terciário-miocênica. Os tipos de solo existentes no município são gleissolo sálico, cambissolo háplico, argissolo vermelho-amarelo, latossolos vermelho-amarelos e afloramentos de rocha. O relevo do município é montanhoso a oeste, forte e levemente ondulado ao norte e a leste e de planícies ao centro e ao sul com alguns morros espalhados pelo município. Na sede municipal registra-se a altitude de 5 metros. As altitudes médias do município oscilam entre 0 e 1.800 metros. Antonina está localizada entre a Baixada Paranaense e a Serra do Mar.
A localização da cidade de Antonina na orla atlântica apresenta um clima quente e úmido. Frio no período do inverno e agradável no verão. As temperaturas médias, observadas no ano de 1956, foram de 28ºC das máximas, 12 °C das mínimas e 20 °C a compensada. Os principais acidentes geográficos do município são: na parte orográfica — serras do Cabrestante, dos Órgãos, da Virgem Maria, da Graciosa e da Serrinha; potamográfico — Rio Cachoeira, banhando as localidades de Catumbi, Limoeiro, Lagoinha, Cupiúva, Cupiuvinha, Turvo, Rio Pequeno, Cachoeira de Baixo e Cachoeira de Cima; rio do Cedro, banhando a localidade do Cedro; rio Cacatu, Lagoinha, Morro Grande Sambaqui, Rio do Meio Cacatu e Mergulhão; rio Curitibaíba, banhando as localidades de Curitibaíba, Faisqueira e Sambaqui; rio Faisqueira, banhando as localidades de Faisqueiras de Cima e de Baixo, Cedro e Camarão. Todos esses rios são navegáveis em pequenas extensões por lanchas movidas a gasolina. Existem no município as seguintes quedas d'água: