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Francesco Bagnaia

Francesco Bagnaia (Turim, 14 de janeiro de 1997) é um motociclista italiano, atualmente compete na MotoGP™ pela Ducati L

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Francesco Bagnaia (Turim, 14 de janeiro de 1997) é um motociclista italiano, atualmente compete na MotoGP™ pela Ducati Lenovo Team.

Foi campeão da MotoGP em 2022 e em 2023 pela equipe oficial da Ducati . Ele é o primeiro piloto da academia de pilotos VR46 a vencer um título mundial na categoria rainha da MotoGP.

Nascido em Turim (Torino), Itália, Bagnaia teve sucesso desde cedo em Minimoto, ao vencer o campeonato europeu de MiniGP em 2009. Bagnaia estreou-se no campeonato do Mediterrâneo pré-GP 125 com a equipa Monlau Competición em 2010 e terminou em 2º no campeonato. Em 2011 ele participou do Campeonato Espanhol na categoria 125cc, vencendo uma corrida e terminando em terceiro na classificação final. Na temporada de 2012 da CEV Moto3 rodou com uma Honda NSF250R e mais uma vez terminou em 3º no campeonato atrás de Álex Márquez e Luca Amato, com uma vitória e dois 2ºs lugares em sete corridas. Bagnaia foi recrutado para ser membro da academia de pilotos VR46, e ainda faz parte da academia até hoje.

Bagnaia estreou-se no Campeonato do Mundo em Moto3 em 2013, com a Team Italia FMI a pilotar uma Honda ao lado do seu companheiro de equipa Romano Fenati. A temporada foi um ano decepcionante para Bagnaia, pois não conseguiu um único ponto nas 17 corridas em que participou. Sua melhor corrida foi um 16º lugar em Sepang.

Em 2014, Bagnaia trocou de equipa para se juntar à recém-formada Sky Racing Team by VR46, pilotando uma KTM com Romano Fenati novamente. Depois de não pontuar na sua temporada de estreia, a prestação de Bagnaia melhorou claramente, terminando cinco vezes entre os 10 primeiros nas 7 primeiras corridas, com um 4º lugar em Le Mans como seu melhor resultado, onde também estabeleceu a volta mais rápida da prova. Bagnaia falhou as corridas em Assen e Sachsenring devido a lesão. Depois de marcar 42 pontos nas primeiras 7 corridas da campanha, Bagnaia caiu muito durante a segunda parte da temporada, terminando nos pontos apenas duas vezes nas últimas 9 corridas, claramente afetado pela sua lesão. Ele terminou a temporada na 16ª posição com 50 pontos.

Mapfre Team Mahindra Moto3 (2015)

Em 2015, Bagnaia fez outra mudança de equipa e moto, desta vez juntando-se à Aspar Team numa Mahindra, com novos companheiros de equipa sendo Juanfran Guevara e Jorge Martín. Na quinta corrida da temporada, em França, Bagnaia conseguiu seu primeiro pódio em Le Mans, terminando a corrida em 3º lugar atrás de Romano Fenati e Enea Bastianini. Na corrida seguinte em Mugello Bagnaia terminou em 4º, falhando o pódio por 0,003 segundos. Ele esteve perto de conseguir outro pódio em Silverstone, mas caiu a 2 voltas do final, lutando com Niccolò Antonelli pelo 3º lugar. Apesar de ter melhorado a sua posição no campeonato em dois lugares e ter ganho mais 26 pontos do que no ano anterior com uma nova moto pela terceira temporada consecutiva, desta vez uma Mahindra, ainda assim foi um ano de altos e baixos para ele. Bagnaia só terminou no top 10 em cinco corridas. Ele também falhou os pontos em sete corridas, não classificado em cinco delas. Ele terminou o ano em 14º lugar na classificação do campeonato, com 76 pontos.

Pull & Bear Aspar Mahindra Team (2016)

Em 2016, Bagnaia começou a temporada com um pódio em Losail e outro pódio em Jerez, terminando em 3º em ambas as ocasiões. Na sua corrida em casa em Itália, Bagnaia garantiu mais um 3º lugar, batendo Niccolò Antonelli por 0,006 segundos. Seguiu-se um acidente em Barcelona, e logo depois ​​Bagnaia garantiu sua primeira vitória no Grande Prémio no histórico circuito de Assen, na sua 59ª corrida de Moto3, e a primeira vitória da história da Mahindra também. Ele teve quatro pódios nas primeiras oito corridas da temporada e se viu lutando pelo título. Depois de duas corridas medianas e uma queda em Brno, Bagnaia conseguiu sua primeira pole position em Silverstone, afetada pela chuva, e terminou em segundo atrás de Brad Binder numa corrida emocionante. Bagnaia venceu sua segunda corrida da temporada em Sepang, vencendo a corrida confortavelmente com uma grande diferença depois que Brad Binder, Joan Mir e Lorenzo Dalla Porta caíram na mesma curva durante o início da corrida, que foi repleta de várias quedas. Ele terminou a temporada com 145 pontos na 4ª posição no Campeonato de Moto3 com um total de 2 vitórias e 6 pódios. Bagnaia teve a oportunidade de terminar em 2º no Campeonato do Mundo atrás de Brad Binder, mas foi colocado fora de prova em Phillip Island e Valência por Gabriel Rodrigo. Rodrigo empurrou Fabio Di Giannantonio na Austrália, que desceu e pegou Bagnaia com ele. Em Valência Rodrigo sofreu uma queda na primeira volta ao aproximar-se da última curva, Bagnaia não conseguiu evitar.

SKY Racing Team VR46 (2017–2018)

Após 4 temporadas na categoria Moto3, Bagnaia passou para a Moto2 com a Sky Racing Team VR46, onde tinha rodado pela última vez em 2014. Para o Campeonato do Mundo de Moto2 de 2017, teria Stefano Manzi como companheiro de equipa. Logo na sua quarta corrida de Moto2 em Jerez Bagnaia terminou em 2º. Ele terminou em 2º na corrida seguinte também em Le Mans depois de se qualificar em 2º lugar, perdendo a pole position para Thomas Lüthi por apenas 0,026 segundos. Bagnaia subiu ao terceiro pódio em Sachsenring, terminando em 3º atrás de Franco Morbidelli e Miguel Oliveira. Em Misano Bagnaia terminou a corrida originalmente em 4º atrás de Dominique Aegerter, Thomas Lüthi e Hafizh Syahrin, no entanto Aegerter foi posteriormente desqualificado, promovendo-o ao 3º lugar no seu quarto pódio da temporada. Ele foi coroado o Rookie do ano em Moto2 após o Grande Prémio do Japão em Motegi, e terminou sua temporada de estreia com 174 pontos para terminar em 5º na classificação do campeonato, marcando pontos em 16 das 18 corridas.

Bagnaia abriu a temporada com uma vitória no Qatar, tendo liderado a prova do início ao fim. Bagnaia conquistou a segunda vitória em Austin depois de uma luta dura com Álex Márquez vencendo a corrida com uma diferença de 2,4 segundos e também estabelecendo a volta mais rápida da corrida. Em Jerez Bagnaia terminou em 3º atrás de Lorenzo Baldassarri e Miguel Oliveira mantendo a sua posição na grelha de partida. Bagnaia conquistou a sua primeira pole position na Moto2 em Le Mans e, tal como a corrida no Qatar, liderou do início ao fim. A vitória também foi seu 3º pódio em Le Mans desde 2015. Bagnaia conquistou a 4ª vitória em Assen, largando a corrida da pole position e liderando toda a corrida. Depois de se qualificar em 3º da grelha em Sachsenring, Bagnaia terminou a corrida em 12º, tendo sido forçado a sair da pista depois de Mattia Pasini, que caiu à sua frente na última curva da segunda volta, e apesar de ter caído na 26º, conquistou quatorze lugares em duas voltas, incluindo a ultrapassagem de Álex Márquez na última curva da última volta. Em Brno Bagnaia terminou em terceiro e perdeu a liderança do campeonato para Oliveira, mas rapidamente retomou a liderança do campeonato na Áustria, vencendo sua 5ª corrida da temporada. Bagnaia venceu sua sexta corrida da temporada em Misano da pole position. Ele conquistou o 5º pódio consecutivo em Buriram, vencendo a corrida com seu companheiro de equipa Luca Marini em segundo lugar. Conquistou a sua 8ª vitória da temporada em Motegi depois de Fabio Quartararo, que inicialmente venceu a corrida, ter sido desclassificado devido à baixa pressão dos pneus. Depois de terminar em 3º em Sepang foi coroado Campeão do Mundo de Moto2 com o seu 12º pódio da temporada, com o seu companheiro de equipa Luca Marini a conquistar também a sua primeira vitória de Moto2, o seu 5º pódio da campanha.

Bagnaia terminou todas as corridas de Moto2 em que participou, 36 no total. Ele marcou pontos em 34 deles e estava em uma sequência de 30 pontos, começando em Barcelona em 2017. A sequência terminou quando ele se aposentou de sua primeira corrida de MotoGP em Losail.

Depois de duas temporadas no campeonato da categoria Moto2, Bagnaia foi promovido para participar do Campeonato Mundial de MotoGP de 2019 com a Pramac Ducati. A Pramac ofereceu-lhe um lugar na categoria máxima em 2018 após sua impressionante temporada de estreia em 2017, onde conquistou quatro pódios e terminou em 5º no campeonato atrás de Franco Morbidelli, Thomas Luthi, Miguel Oliveira e Álex Márquez, mas Bagnaia decidiu ficar para tentar conquistar o título em Moto2 na época seguinte. Ele substituiu o colega italiano Danilo Petrucci, que foi para a equipa de fábrica da Ducati, substituindo o tricampeão do mundo de MotoGP Jorge Lorenzo, que por sua vez ocupou o lugar deixado vago na Repsol Honda por Dani Pedrosa depois que ele decidiu se retirar após 13 temporadas no MotoGP, tornando-se um piloto de testes oficial da KTM.

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