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George Steiner

Crítico literário franco-americano

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Francis George Steiner (Neuilly-sur-Seine, 23 de abril de 1929 – Cambridge, 3 de fevereiro de 2020) foi um crítico literário, professor na Universidade de Cambridge e Genebra.

Entre seus admiradores, Steiner é classificado "entre as grandes mentes do mundo literário da atualidade". O romancista inglês A.S. Byatt o descreveu como um "homem renascentista tardio, tardio, tardio […] um metafísico europeu com um instinto para as ideias motrizes de nosso tempo". Harriet Harvey-Wood, ex-diretora de literatura do British Council, descreveu-o como um "magnífico conferencista - profético e carregado de desgraças [que] apareceria com meia página de notas rabiscadas e nunca se referiria a elas".

Morreu no dia 3 de fevereiro de 2020, aos 90 anos.

Muitos dos seus livros foram traduzidos no Brasil e em Portugal, entre eles:

Depois de Babel: Aspectos da linguagem e tradução.

Tradução de Carlos Alberto Faraco. Curitiba, UFPR, 1973

Tradução de Miguel Serras Pereira. Lisboa, Relógio D'Água, coleção 'Antropos', 2002

As idéias de Heidegger, trad. Álvaro Cabral, São Paulo, Cultrix, 1982

Linguagem e Silêncio: Ensaios sobre a literatura, a linguagem e o inumano.

Tradução de Gilda Stuart e Felipe Rajabally, Companhia das Letras, 1988

Heidegger, trad. de João Paz, Lisboa, Publicações Dom Quixote, Biblioteca de Filosofia, 1990.

Tradução de Tomás Rosa Bueno, Companhia das Letras, 1991

Lisboa, Relógio D'Água, coleção 'Antropos'

Antígonas. Tradução de Miguel Serras Pereira. Lisboa, Relógio D'Água, coleção 'Antropos', 1995

Gramáticas da Criação. Lisboa, Relógio D'Água, coleção 'Antropos', 2002

Nostalgia do absoluto. Lisboa, Relógio D'Água, 2003

A Idéia de Europa, ed. Gradiva, 2005 (reeditado em 2013 com um prefácio de José Manuel Durão Barroso)

Os logocratas. Tradução de Miguel Serras Pereira. Lisboa, Relógio D'Água, coleção 'Antropos', 2006

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