São Gildas (c. 494 ou 516 – c. 570), ou Gildásio, foi um membro proeminente da igreja celta cristã na Grã-Bretanha, cuja afamada sabedoria e estilo literário granjearam-lhe a designação de Gildas Sapiens (Gildas, o Sábio). Foi ordenado pela Igreja e em suas obras favoreceu o ideal monástico. Fragmentos das cartas que escreveu revelam que ele compôs uma Regra para a vida monástica que era um pouco menos austera do que a Regra escrita por seu contemporâneo, São Davi, e estabeleceu penitências adequadas para os casos em que fosse desrespeitada.
Junto com Santa Dimpna, é considerado padroeiro dos doentes mentais.
Em nome do Pai + do Filho + do Espírito Santo.
Ouvi, favoravelmente, Senhor, as humildes preces, que Vos dirigimos por intermédio de São Gildásio e fazei que sejamos auxiliados pelos méritos desse Santo, que Vos serviu
São Gildásio, levai perante o trono da Justiça Divina a prece que Vos dirijo, a fim de auxiliardes (N.), curando ou aliviando os seus males, para maior glória de Deus.
Repete-se três vezes: São Gildásio, que socorreis, eficazmente os que têm a infelicidade de perderem a razão, orai por (N.).
Reza-se um Credo, um Pai Nosso, uma Ave Maria e uma Salve Rainha.
Obras de Gildas (em inglês) no Projeto Gutenberg (na tradução inglesa, Mount Badon é chamado de "Bath-hill".)
«De Excidio Britanniae» (em inglês) traduzido por John Allen Giles.
«The Life of Gildas» (em inglês) por Caradoc de Llancarfan.
«Gildas e The History of the Britons» (em inglês) comentários de The Cambridge History of English and American Literature, Volume 1, 1907–21.
«Vortigernstudies: Gildas (fontes)» (em inglês)
«Vie de saint Gildas / Sant Gweltaz, iconografia, fontes, traduções em francês, etc» (em inglês)