Gilson Kleina (Curitiba, 30 de março de 1968) é um técnico de futebol brasileiro. Atualmente, comanda o Boavista-RJ.
Iniciou sua carreira como auxiliar técnico de Abel Braga, no Coritiba, no Olympique de Marseille, no Atlético Mineiro e no Botafogo.
Já treinou vários clubes, como: Villa Nova, Iraty, Criciúma, Paraná Clube; Caldense, Cianorte, Paysandu, Coruripe, Gama; Sampaio Corrêa; Ipatinga, Caxias e ultimamente esteve nos clubes Vila Nova, Duque de Caxias, Boavista-RJ e novamente no Ipatinga.
Posteriormente, assumiu em 2010 o comando da Ponte Preta, equipe de Campinas, cidade localizada no interior do estado de São Paulo.
Em março de 2011, chegou a ser anunciado como novo comandante do Fluminense, mas recusou o convite e continuou no clube campineiro.
No dia 19 de novembro de 2011, levou a Ponte Preta de volta a Série A do Brasileirão, após 6 anos, em um jogo ganho por 4-1 diante da equipe do ABC de Natal em Campinas.
No ano seguinte, levou a Ponte Preta às semifinais do Campeonato Paulista. Saiu da Ponte em setembro de 2012, chamado de traidor e mercenário pela torcida por ter deixado o time no meio do Campeonato Brasileiro e ter aceitado proposta do Palmeiras por questões financeiras.[carece de fontes?]
Em setembro de 2012, assinou contrato até o fim de 2013 com o Palmeiras, em substituição a Luiz Felipe Scolari, que foi demitido devido a maus resultados. Ao assumir o comando do alviverde, o clube encontrava-se na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro, com apenas 20 pontos conquistados em 25 rodadas. Sua estreia foi contra o Figueirense, em Santa Catarina, onde o Palmeiras venceu por 3–1.
O Palmeiras engatou uma boa sequência de vitórias, vencendo a Ponte Preta pelo Campeonato Brasileiro e o Millonarios pela primeira partida das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana de 2012. Entretanto, após uma derrota para o São Paulo pelo Brasileiro, o Palmeiras entrou em mais uma espiral de maus resultados, foi eliminado da Sul-Americana, e não conseguiu mais se recuperar no Brasileiro, sendo rebaixado para a Série B de 2013 após empate contra o Flamengo na antepenúltima rodada.
Apesar do rebaixamento, Kleina permaneceu no Palmeiras para a reestruturação do clube para o ano de 2013. Em março, pela primeira fase do Campeonato Paulista, o clube sofreu uma derrota vexatória para o Mirassol. O treinador, entretanto, foi respaldado pelo então presidente do Palmeiras, Paulo Nobre.
Embora com um elenco limitado, Kleina conseguiu classificar o Palmeiras à fase eliminatória do Campeonato Paulista e da Libertadores. Entretanto, foi eliminado pelo Santos e Tijuana, respectivamente.
Com um elenco levemente reforçado após a parada para a Copa das Confederações de 2013, Kleina fez o Palmeiras conseguir bons resultados na Série B e manter-se entre os primeiros colocados durante boa parte do torneio. Conseguiu o acesso à primeira divisão em outubro, ao empatar com o São Caetano em casa. Sagrou-se campeão com o Alviverde semanas depois, em novembro, ao vencer o Boa Esporte, na antepenúltima rodada.
Mesmo com a boa campanha na Série B, o técnico não era a prioridade da diretoria para comandar o Palmeiras no ano do centenário. O clube chegou a negociar com o técnico argentino Marcelo Bielsa, mas o alto salário exigido pelo técnico não foi aceito pela cúpula Alviverde. Após o fracasso com Bielsa, a diretoria procurou Kleina e ofereceu um contrato por produtividade, no qual, o salário seria inferior aos oferecidos no mercado, porém, se alcançasse os objetivos estipulados pela diretoria, poderia aumentar. Após longa reunião sobre discussões de salários, Kleina e Palmeiras chegaram a um denominador comum e o treinador assinou sua renovação até o fim de 2014.
Completou 100 jogos comandando o Palmeiras no dia 30 de março, em partida das semifinais do Campeonato Paulista diante do Ituano, onde o Palmeiras foi derrotado por 1–0 e eliminado da competição.
Em 8 de maio, após derrota para o Sampaio Corrêa, do Maranhão, pela Copa do Brasil, Kleina foi demitido do Palmeiras.
Acertou com Bahia, após dias de indefinição.
Gilson Kleina entrou em um acordo com a diretoria do Bahia e deixou o clube no penúltimo colocado e com 39% de aproveitamento.
Em 24 de março de 2015, Gilson Kleina é contratado para tentar livrar o Avaí da lanterna do quadrangular do Campeonato Catarinense.