Halldór Kiljan Laxness (conhecido como Halldór Laxness, PRONÚNCIA; nome inicial Halldór Guðjónsson) (Reiquiavique, 23 de Abril de 1902 — 8 de Fevereiro de 1998) foi o mais famoso escritor islandês, galardoado com o Nobel de Literatura de 1955.
Nasceu em Reykjavík, filho de Sigríður Halldórsdóttir (nascida em 1872) e Guðjón Helgason (nascido em 1870). Viveu em Reykjavík até sua juventude, e mudou-se para Laxnes (Mosfellssveit) em 1905. Quarenta anos mais tarde mudou-se para Gljúfrasteinn, Mosfellssveit.
Com 14 anos escreveu o primeiro artigo, publicado no jornal Morgunblaðið, que assinou com a sigla H.G.. Não muito mais tarde publicou, com o seu nome, um artigo sobre um velho relógio no referido jornal. Durante sua carreira escreveu 51 romances, poesia, artigos de jornal, livros de viagens, peças de teatro, contos e outras obras.
Em 1923, Laxness converteu-se ao catolicismo, experiência que o autor relata na obra "O grande tecelão da Caxemira (1927)". Contudo abandonou essa religião (tornou-se ateu) e aderiu ao comunismo (O livro do povo 1929 e Poemas 1930).
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1955.
Abaixo estão as principais obras de Laxness, com o título em islandês.
1919: Barn náttúrunnar, romance
1924: Undir Helgahnúk, romance
1927: Vefarinn mikli frá Kasmír, romance (O grande tecelão da Caxemira)
1929: Alþýðubókin, crónicas (O livro do povo)
1931: Salka Valka (Partee I) - Þú vínviður hreini, romance
1932: Salka Valka (Partee II) - Fuglinnn í fjörunni, romance
1934: Sjálfstætt fólk (Partee I) - Landnámsmaður Íslands, romance
1935: Sjálfstætt fólk (Partee II) - Erfiðir tímar, romance
Estas duas partes foram editadas em português, com o título Gente independente, pela Editora Cavalo de Ferro, Lisboa, em Março de 2007, ISBN 978-989-623-040-1
1935: Þórður gamli halti, contos
1937: Dagleið á fjöllum, crónicas
1937: Heimsljós (Partee I) - Ljós heimsins (mais tarde intitulado como: Kraftbirtíngarhljómur guðdómsins), romance