Henrique da Silva Fontes (Itajaí, 15 de março de 1885 — Florianópolis, 22 de março de 1966) foi um advogado, educador e político brasileiro.
Filho do comerciante e industrial Manoel Antônio Fontes, natural de Horta, Ilha do Faial, e de Ana da Silva Fontes, natural do Estreito quando este pertencia a São José. Irmão do Cônego Tomás Fontes. Seu filho, Paulo de Tarso da Luz Fontes, foi prefeito de Florianópolis.
Em 1910, passou a residir em Florianópolis, lecionando no então Gynasio Catharinense (atual Colégio Catarinense). Foi bacharel em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, em 1927. Tornou-se juiz federal e desembargador. Foi secretário da Fazenda, Viação, Obras Públicas e Agricultura no governo Adolfo Konder.
Henrique da Silva Fontes foi o fundador da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, atualmente Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina, além de ter sido o idealizador da Cidade Universitária da UFSC na Trindade, em Florianópolis.
Foi membro fundador da cadeira 18 na Academia Catarinense de Letras, da qual é patrono João Silveira de Sousa.
Morreu em 22 de março de 1966 no Hospital de Caridade, em Florianópolis. Foi sepultado no Cemitério São Francisco de Assis.
Escola de Educação Básica Henrique Fontes, Tubarão
Escola Professor Henrique da Silva Fontes, Rio do Sul
Escola Professor Henrique da Silva Fontes, Itajaí
Avenida Professor Henrique da Silva Fontes, Florianópolis
Centro Integrado de Cultura Professor Henrique da Silva Fontes (CIC), Florianópolis
É presidente perpétuo do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina
É patrono da cadeira 15 da Academia de Letras de Biguaçu, cuja fundadora foi Arlete Carminetti Zago.
É patrono da cadeira 20 da Academia Josefense de Letras
Além dos cinco livros didáticos incluídos na Série Fontes, publicou:
Prontuário ortográfico e prosódico, 1932
Empréstimo americano, estudo matemático, 1933
O conselheiro José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Melo, 1938