Jacques Heath Futrelle (9 de abril de 1875 — 15 de abril de 1912) foi um jornalista e escritor americano. Ele é melhor conhecido por escrever livros de ficção e mistério apresentando o professor Augustus S. F. X. Van Dusen, também conhecido como "The Thinking Machine" por sua aplicação da lógica à todas e quaisquer situações. Futrelle morreu no naufrágio do RMS Titanic.
Em 1895 casou-se com a escritora Lily May Peel, com quem teve dois filhos: Virginia e Jacques "John" Jr.
Retornando da Europa a bordo do RMS Titanic, Futrelle, passageiro da primeira classe, recusou-se a embarcar em um bote salva-vidas, insistindo que sua esposa embarcasse, a ponto de forçá-la para dentro de um deles. Sua esposa lembra-se da última vez que o viu: ele estava fumando um charuto no convés com John Jacob Astor IV. Futrelle pereceu no Atlântico Norte e seu corpo nunca foi recuperado.
Em 29 de julho de 1912, a mãe de Futrelle, Linnie Futrelle, morreu em sua casa na Geórgia; sua morte foi atribuída à tristeza pela morte do filho.
The Chase of the Golden Plate (1906)
The Simple Case of Susan (1908)
The Diamond Master (1909) – adaptado como um "photoplay de três bobinas pela Eclair Co. " em 1914 e como seriados de filmes mudos The Diamond Master (1929)
"The Problem of Cell 13" (1905)
The Thinking Machine on the Case (1908), título do Reino Unido The Professor on the Case
"The Problem of Cell 13" (1905)
The Gray Ghost (Perth Daily News, 30 September 1905)
The Man Who Found Kansas (Metropolitan Magazine, April 1906)
"The Grinning God" (The Sunday Magazine)
I. "Wraiths of the Storm", by May Futrelle
II. "The House That Was", by Jacques Futrelle
Neste experimento literário, The Thinking Machine fornece uma solução racional para os eventos aparentemente impossíveis e sobrenaturais de uma história de fantasmas escrita pela Sra. Futrelle.
«Jacques Futrelle». Contemporary Authors. Infotrac, Gale Group Databases. 2000. Consultado em 1 de agosto de 2003
«Survivor Says Ismay Ruled in Titanic's Boats; Managing Director Had Charge Of Their Launching, Testifies Karl H. Behr». The New York Times. 26 de junho de 1915. p. 6