Jaroslav Seifert (Praga, 23 de setembro de 1901 — Praga, 10 de janeiro de 1986) foi um poeta, escritor e jornalista checo.
Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1984, "pela poesia plena de frescura, sensualidade e criatividade, produto de um ser humano versátil e de um indomável espírito." Desde então a poesia checa passou a chamar a atenção do mundo, embora o grupo onde gerou-se o movimento poetista (Devětsil), do qual Seifert participou, hoje seja muito estudado e reconhecido em várias línguas, pela notoriedade posterior dos seus membros, bem como pela proximidade de nomes como Roman Jakobson e André Breton.
Na vlnách TSF (1925; TSF = Télegraphie sans fil)
Ruce Venušiny ("As mãos de Vênus", 1936)
Vějíř Boženy Němcové ("Leque de Božena Němcová", 1940 - Božena Němcová (1820? - 1862), uma escritora checa, é um símbolo de patritismo)
Kamenný most ("Ponte de pedras", 1944)
Ruka a plamen ("A mão e a flama", 1948)
Šel malíř chudě do světa (1949)
Píseň o Viktorce ("Canção sobre Viktorka", 1950)
Koncert na ostrově ("Um concerto sobre uma ilha", 1965 - como libros seguidos, versos non rimados)
Halleyova kometa ("O cometa Halley", 1967)
Kniha o Praze ("O libro sobre Praga", 1968)
Morový sloup (1968 – 1970 samizdat, oficialmente 1981) – situação em república Checa desde 1969 é como uma epidemia de peste negra)
Deštník z Piccadilly ("Chapéu-de-chuva de Piccadilly", 1978)
Všecky krásy světa ("Todos beldades do mundo", 1979 – memórias)
Býti básníkem ("Estar um poeta", 1983 – o libro final)
«Perfil no sítio oficial do Nobel de Literatura 1984» (em inglês)