Jorginho dos Santos Mello • GOMA (Ibicaré, 15 de julho de 1956) é um político brasileiro filiado ao Partido Liberal (PL), sendo desde 2023 o governador de Santa Catarina. Foi senador pelo estado entre 2019 e 2022, até renunciar para assumir o governo após sua vitória nas eleições estaduais de 2022, sendo substituído por sua suplente Ivete da Silveira. É o presidente estadual do Partido Liberal (PL).
Foi deputado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina na 13ª legislatura (1995 — 1999), na 14ª legislatura (1999 — 2003), na 15ª legislatura (2003 — 2007) e na 16ª legislatura (2007 — 2011). Foi deputado federal na 54ª legislatura (2011 — 2015). Nas eleições de 2014, em 5 de outubro, foi reeleito deputado federal por Santa Catarina para a 55ª legislatura (2015 — 2019).
Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff. Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017, foi favorável à Reforma Trabalhista. Em agosto de 2017, votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.
Nas eleições de 2018, foi eleito ao Senado Federal, obtendo 1.179.757 votos, o que corresponde a 18,07% dos votos válidos, e vencendo nomes como o então senador Paulo Bauer e o ex-governador de Santa Catarina Raimundo Colombo.
Em 2019, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei complementar nº 167 de 24 de abril de 2019 (LC 167/2019), que cria a Empresa Simples de Crédito (ESC), após emendas sugeridas por Jorginho.
Presidente da Frente Parlamentar da Micro e Pequena empresa no Congresso, foi autor do Pronampe, o maior programa de crédito da história das micro e pequenas empresas do Brasil, salvando mais de 10 milhões de empregos durante a pandemia. .
Nas eleições de 2022, foi eleito governador de Santa Catarina no segundo turno obtendo 2.983.949 votos (70,69%), sendo a maior porcentagem de votos obtida por um candidato nas disputas estaduais realizadas no ano.
Em janeiro de 2024, Jorginho nomeou o próprio filho, o advogado Filipe Mello, para o cargo de secretário da Casa Civil. A Justiça de Santa Catarina impediu a posse em decisão liminar, pelo risco aos princípios da moralidade e da impessoalidade. Na decisão, o desembargador questiona-se: "Cumpre questionar, entre os mais de cinco milhões de eleitores de Santa Catarina, existiria alguém mais qualificado que o filho do Governador?".
Em 22 de janeiro de 2026, Jorginho sancionou a Lei estadual 19722/2026, que proíbe a adoção de cotas raciais em universidades públicas e privadas que recebem verbas do governo e prevê multa em caso de descumprimento. A lei foi criticada por professores, juristas, entidades e estudantes. Em 27 de janeiro, o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) suspendeu a lei estadual.
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