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Juan Sebastián Verón

Futebolista argentino

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Juan Sebastián Verón (La Plata, 9 de março de 1975) é um ex-futebolista argentino que atuava como meio-campista. Atualmente, é presidente do Estudiantes.

É conhecido em seu país como La Brujita ("A Bruxinha"). O apelido é o diminutivo da alcunha de seu pai, o ex-jogador Juan Ramón Verón, conhecido como La Bruja ("A Bruxa"). Jogador de passes precisos e de enorme visão de jogo, é considerado um dos maiores nomes da posição do futebol argentino.

Debutou no time de sua cidade, após passagem pelo time sub-20,[carece de fontes?] o mesmo em que seu pai fez história, o Estudiantes de La Plata. Juan estreou no clube em abril de de 1994, meses antes do rebaixamento do clube de La Plata para a segunda divisão do campeonato argentino. Em entrevista de 2011, o argentino comentou sobre sua estreia e a situação que o clube passava naquele período, bem como as pressões que vinham por conta de seu parentesco com Juan Ramón Verón:

Passando somente uma temporada na segunda divisão, o time argentino conseguiu sobressair o momento ruim após serem campeões da competição conseguindo assim o acesso direto à primeira divisão. Apesar de não ter muito espaço naquele elenco, Juan dividia time com um futuro craque argentino Martín Palermo. Porém, Verón, diferente do colega Martín, conseguiu se destacar naquela temporada vitoriosa e continuou seus bons jogos após o acesso, chamando assim a atenção de outros clubes do país. Coincidentemente, Verón destinou-se ao Club Atlético Boca Juniors um ano antes de seu colega Palermo.

Supercopa Libertadores 1995 - Estudiantes

Meses antes de ser vendido, o jogador esteve presente na Supercopa Libertadores de 1995, mas o time foi eliminado após perder o primeiro jogo de 4-0 e posteriormente garantir um empate em 2-2 na Argentina.[carece de fontes?]

No dia 8 de fevereiro de 1996, Juan foi comprado pelo poderoso Boca Juniors e fez parte do elenco até metade daquele mesmo ano. Aquela temporada foi marcada pela volta do grande ídolo argentino Diego Maradona ao clube após 2 anos, e também pela perda inacreditável do título dos xeneizes após ficarem 5 rodadas na liderança no final do campeonato. Para infelicidade da torcida do Boca, que viu o ídolo Diego perder pênaltis decisivos na competição nacional, o clube de Buenos Aires ficou apenas em 4º colocado ao final do Torneo Apertura com 10 vitórias, 6 derrotas e 3 empates.[carece de fontes?]

Apesar do elenco, do favoritismo e do bom começo, ficando em 1º colocado em 4 das 5 primeiras rodadas do Torneo Clausura, o time foi perdendo jogos importantes e continuou a perder posições na tabela de classificação a ponto que ficasse em 5º lugar até o final da competição. Como chegou na metade do campeonato, Juan só jogou o Clausura pelo Boca e marcou 4 gols, incluindo um contra seu ex-clube, Estudiantes, na derrota por 2-1.

Verón, mesmo com poucos meses de clube, chamou a atenção de clubes europeus e, assim que a janela de transferências foi aberta, o meio-campista fora comprado pelo Sampdoria. A Itália é um destino comum para os jogadores argentinos, e o próprio jogador dividiu o vestiário com relevantes figuras que passaram pelo país europeu, como era o caso do ídolo nacional Maradona e de Claudio Caniggia. Mas outros jogadores, que posteriormente se consolidariam como grandes jogadores pelo Campeonato Italiano, também já tinha pisado em solo italiano.

Na época, os argentinos Javier Zanetti, Gabriel Batistuta e Hernán Crespo atuavam em equipes italianas. Todos esses jogadores, em algum momento da carreira, dividiram vestiário com Juan Verón. Seja pela seleção, ou por clubes. Verón terminou a temporada com 17 jogos e 4 gols marcados com a camisa do Boca Juniors. Foi a última vez que o meio-campista vestiria as cores do time de Buenos Aires.[carece de fontes?]

A passagem de Verón pelo Boca, apesar de curta, rendeu uma amizade com o craque argentino Diego Maradona, tornando-se muito próximos. Entretanto, em algum momento do futuro, ambos se desentenderam e passaram a não nutrir mais a amizade de outrora. Durante o Clássico da Paz de 2016, ambos discutiram e o vencedor do bicampeonato mundial da Argentina disse:

Apesar do desafeto, após a morte de Diego, Juan publicou uma homenagem ao jogador em seu Instagram:

Após breve passagem no Boca Juniors, foi jogar na equipe da Sampdoria, da Itália.[carece de fontes?]

Pelo clube italiano, o jogador fez parte da campanha frustrada do time, que jogou 2 jogos contra o mesmo clube empatando o primeiro jogo e perdendo no segundo. A estreia de Verón foi justamente no primeiro jogo do Sampdoria contra o Genoa, em um clássico local.[carece de fontes?]

Pela Campeonato Italiano de Futebol de 1996/97, Verón esteve presente em 32 partidas, de 34 possíveis, e jogou estes jogos como titular. Ao todo, o sul-americano marcou 5 gols e distribuiu 2 assistência em todos os jogos daquela temporada.[carece de fontes?]

Em sua segunda temporada na Itália, o jogador esteve presente em diversos jogos da campanha do clube em diversas competições. Pela Copa da UEFA de 1997–98, o jogador participou dos dois jogos do time na 1ª fase eliminatória, porém perderam ambos os jogos para o Athletic Club da Espanha e foram eliminados.[carece de fontes?]

Pela Copa da Itália da mesma temporada, Juan esteve em campo em quase todos os jogos do time. Com exceção do primeiro jogo das oitavas de final contra o Associazione Calcio Milan, quando o time perdeu de 3-2 jogando em casa. Todavia, o argentino retornou ao clube para disputar o jogo de volta, mas perdeu a partida novamente e o seu clube fora eliminado diante a torcida rossonera em pleno San Siro[carece de fontes?]

Pelo Campeonato Italiano de 1997/98, Verón participou de 29 jogos e marcou 2 gols além de 5 assistências. A campanha do time de Génova foi abaixo do esperado e o time conseguiu uma singela 9ª colocação. Não se classificando para competições europeias como havia conseguido na temporada anterior.[carece de fontes?]

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