Kazimierz Łyszczyński (Łyszczyce, 4 de março de 1634 — Varsóvia, 30 de março de 1689), foi um filósofo, escritor, nobre, latifundiário e soldado polonês. Inicialmente treinado como um jesuíta, encontrou muitas contradições nos argumentos favoráveis à existência de Deus quando leu Theologia Naturalis, de Henry Aldsted. Perdeu a fé e escreveu um tratado intitulado De non existentia Dei ("Sobre a não existência de Deus"), o que lhe rendeu a acusação de ateísmo, grave crime à época. Eventualmente, foi considerado culpado e executado publicamente pela Igreja Católica. Teve a sua língua e boca arrancadas, as mãos queimadas e a cabeça cortada; após a decapitação, o seu corpo foi então lançado à fogueira onde também queimaram os seus escritos considerados hereges. Seu julgamento foi criticado e repudiado, e o caso foi considerado um exemplo de "assassinado religioso legalizado".
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