Kiichirō Hiranuma (28 de Setembro de 1867 — 22 de Agosto de 1952) foi um político do Japão. Ocupou o lugar de primeiro-ministro do Japão de 4 de janeiro de 1939 a 29 de agosto de 1939. Após servir como presidente do conselho privado, tornou-se primeiro-ministro em 1939, mas renunciou no mesmo ano. Posteriormente, retornou ao gabinete de Fumimaro Konoe.
Como Primeiro-ministro em 1939, seu governo foi dominado pelo debate sobre se o Japão deveria se aliar à Alemanha contra a União Soviética. Hiranuma desejava um pacto anticomunista, mas temia que uma aliança militar comprometesse o Japão a uma guerra contra os Estados Unidos e o Reino Unido, quando a maior parte de suas forças armadas já estava comprometida com a Segunda Guerra Sino-Japonesa.
Com a assinatura do Pacto de Não Agressão Germano-Soviético em agosto de 1939, o gabinete de Hiranuma renunciou devido a essa questão de política externa e à derrota massiva do Exército Japonês na Mongólia durante o Incidente de Nomonhan contra a União Soviética.
Após a rendição japonesa em 1945, foi condenado à prisão perpétua pelo Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente por sua participação na Segunda Guerra Mundial. Foi solto em 1952, morrendo no mesmo ano.