Maria Ladjane Bandeira de Lira (Nazaré da Mata, 5 de junho de 1927 – Recife, 24 de março de 1999) foi uma poetisa, crítica de arte, artista plástica, jornalista, teatróloga e escritora brasileira. Como jornalista, foi pioneira na crítica de arte em Pernambuco, escrevendo para o Jornal do Commercio.
Formou-se em Licenciatura em desenho em Nazaré da Mata
Iniciou seu trabalho de pintura na Sociedade de Arte Moderna do Recife.
Realizou sua primeira individual na Faculdade de Direito do Recife.
Foi a primeira mulher crítica de arte em Pernambuco. Fez crítica de arte no Jornal do Commercio por mais de 10 anos
Optando pela reclusão solitária nos 20 últimos anos de sua vida, ela registrou, em 1979:
“É feliz quem tem a sorte de viver só. Quando se tem uma vida inteira cognoscente, plena, criativa, povoada de ideias, não se sente necessidade de presença física, e sim do pensamento das pessoas. Esse eu encontro nos livros, na música, na filosofia”
Essa sua reclusão, para a Medicina, era sintoma de esquizofrenia. No entanto, o tratamento não era de interesse da artista, que assim produzia mais e se sentia mais artista.
Além de pintora, foi poetisa, desenhista gráfica, jornalista, escritora, teatróloga.
Pertenceu às seguintes entidades associativas:
Associação Internacional de Artistas Plásticos;
Sociedade de Arte Moderna do Recife;
Associação de Artistas Plásticos Profissionais de Pernambuco;
Associação Brasileira de Críticos de Arte;
Associação Internacional de Arte;
Academia de Ciências de Pernambuco;
Academia de Letras e Artes do Nordeste| Brasileiro;
Gabinete Português de Leitura;