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Luvanor Donizete Borges

Futebolista brasileiro

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Luvanor Donizete Borges, mais conhecido simplesmente como Luvanor (Pirajuba, 15 de fevereiro de 1961), é um ex-futebolista brasileiro, que atuava como meia-atacante.

Luvanor chegou em Goiânia ainda na infância, onde desenvolveu seu futebol nos campinhos de terra da Vila União e logo ingressou no Goiás, em 1973.

Fez sua estreia pelo Goiás aos 16 anos, em 1977, com o técnico Paulinho Almeida, na partida contra o Anapolina, no estádio Jonas Duarte. No ano seguinte, se tornaria titular do clube.

Já em 1981, foi campeão goiano e foi o jogador do clube com mais jogos no Campeonato Brasileiro, com 15 partidas, ao lado de Nonoca, Argeu e Matinha.

Em 1982, foi considerado o melhor jogador do estado pela imprensa goiana.

Se destacou nacionalmente em 1983, quando conquistou o campeonato goiano e participou da primeira grande campanha do clube no Brasileirão, sendo o artilheiro do time com 8 gols em 23 partidas, sendo o jogador que mais atuou pelo clube na competição, ao lado de Marcelo.

Ainda em 1983, havia sido o artilheiro da Seleção Brasileira de Novos que venceu o Torneio de Toulon de 1983.

No verão de 1983, voou para a Itália após sua contratação pelo recém-promovido Catania, liderado pelo presidente Angelo Massimino. Parte do dinheiro recebido pelo Goiás foi usado para comprar o terreno onde hoje está construído o CT Edmo Pinheiro.

Junto com o compatriota Pedrinho, formou a primeira dupla de estrangeiros desde que o clube de Catania reabriu suas fronteiras e jogou ao lado de Claudio Ranieri e Andrea Carnevale. A torcida rossazzurra, por sua vez, dedicou os seguintes versos à dupla:“Ho un sogno nello scrigno, veder volare il gran Pedrinho; ho un sogno in fondo al cuor, vederlo insieme a Luvanor” (“tenho um sonho no peito, ver voar o grande Pedrinho; tenho um sonho no fundo do coração, vê-lo junto a Luvanor”).Luvanor foi eleito o melhor estrangeiro da Serie A na 5ª rodada, após efetuar uma assistência para um dos gols de Aldo Cantarutti, no triunfo contra o Pisa. A temporada, no entanto, terminou em fracasso para os sicilianos: eles foram rebaixados na última posição com apenas 12 pontos (1 vitória, 10 empates e 19 derrotas), 10 a menos que o penúltimo Pisa. Nesta temporada, Luvanor atuou em todas as 35 partidas que o clube fez em 1983-84.

Luvanor e Pedrinho permaneceram para a disputa da Serie B e acabaram se tornando os primeiros brasileiros a disputarem a competição após a reabertura dos portos da Itália, em 1980. Luvanor deixara de ser titular absoluto e frequentou bastante o banco de reservas na gestão do técnico Antonio Renna.

A temporada seguinte, 1985-86, foi sua última na equipe siciliana. O meia marcou dois gols desimportantes e continuou sua jornada entre o banco de reservas e o campo. Pelo clube, onde ficou até 1986, fez 97 jogos, sendo 30 pela Serie A, e marcou cinco gols.

Retornou ao Brasil em 1986, ficou dois anos seu contrato até que o empresário Juan Figer conseguiu sua liberação e o encaminhou para o Santos em 1988. Pelo Peixe, atuou em apenas 17 jogos.

Ainda em 1988, atuou pelo Flamengo, onde atuou em 27 partidas, marcou 1 gol e foi campeão da Taça Guanabara e do Troféu Colombino.

Em 1989, chegou ao Vila Nova para o Campeonato Goiano, mas sua passagem ficou marcada negativamente pela rivalidade com o Goiás.

Sendo assim, retornou ao Goiás em 1990 e foi o craque do time que chegou a decisão da Copa do Brasil e perdeu o título para o Flamengo. Pelo clube, marcou 51 gols em partidas oficiais.

Em 1993, atuando pelo Bahia foi campeão estadual.

Encerrou a carreira no Anapolina, em 1994.

Se tornou coordenador-técnico da categoria de base do Goiás e técnico do sub-20 do clube no início dos anos 2010.

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