Nilson Bylaardt (Guaramirim, 23 de setembro de 1962) é um empresário e político brasileiro.
Foi vereador do município de Guaramirim de 1º de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1996 e prefeito de Guaramirim de 1º de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012.
Formado em Análises Químicas, foi eleito por duas vezes vereador de sua localidade natal, chegando à presidência da Câmara de Vereadores em duas oportunidades: de 1 de janeiro de 1992 a 31 de dezembro de 1992 e de 27 de junho de 1996 a 31 de dezembro de 1996.
Foi diretor do Hospital Municipal Santo Antônio e Secretário Municipal da Saúde e Bem Estar Social de Guaramirim. Exerceu também o cargo de Secretário de Esportes, Cultura e Lazer.
No governo de Luiz Henrique da Silveira, foi convidado a exercer o cargo de secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento e o cargo de Diretor de Articulação na Secretaria de Infraestrutura em Florianópolis.
Na campanha à Prefeitura em 2008, concorrendo pela segunda vez, recebeu apoios estaduais importantes, como do governador Luís Henrique da Silveira, de ex-governadores, deputados estaduais, deputados federais e presidentes estaduais de partidos.
Nilson Bylaardt nasceu em 23 de setembro de 1962 na localidade de Jacu-Açu, interior do município de Guaramirim. É o primeiro de cinco filhos de Armin Bylaardt e Luiza Debatin Bylaardt. Neto de Arnoldo Van Den Bylaardt Junior e Irma Zager, avôs paternos. E bisneto paterno de Arnoldo Van Den Bylaardt e Ana Voigt. Quando tinha apenas três anos de vida, seu avô foi eleito prefeito de Guaramirim, levando consigo a família para morar no centro da cidade.
Durante o período em que residiu na localidade do Jacu-Açu, Bylaardt foi alfabetizado no Colégio Estadual Almirante Tamandaré, onde concluiu o ensino fundamental. Transferiu-se depois para o Colégio São Luís/Marista - de cunho religioso -, na cidade vizinha de Jaraguá do Sul. Pouco depois, conseguiu uma vaga no curso de analista químico. Formou-se três anos mais tarde, em 1979.
Eleito em duas legislaturas. Na primeira, como o quarto vereador mais votado para 1989-1992, com 397 votos e novamente, como terceiro mais votado para 1993-1996, com 479 votos.
Carreira política até a prefeitura
Em 1989, Bylaardt participou das eleições para o governo de Guaramirim, ao lado de Antônio Carlos Zimmermann. Onde foi eleito como o quarto vereador mais votado para 1989-1992, com 397 votos e reeleito no pleito municipal de 1992, como terceiro mais votado para 1993-1996, com 479 votos.
Bylaardt não se candidata novamente a vereador, preferindo, a partir de 1997, atuar como secretário municipal de Saúde e Bem Estar Social, concomitantemente Gestor do Hospital Municipal Santo Antônio, onde enfrenta sérios problemas devido ao grande endividamento do hospital, além do péssimo estado físico do prédio.
A partir da década de 2000, Bylaardt trabalha para intensificar suas atividades pelo partido, colaborando a estruturar o PMDB em todos os cantos de Guaramirim.
Em 2004, realizou-se a eleição para prefeito municipal. Bylaardt se candidatou a prefeito mas perdeu. Mário Sérgio Peixer, candidato do PFL, é reeleito prefeito. De um total de 17 442 eleitores e 3 candidatos a majoritária, Bylaardt obteve 5 690 votos - ficando 1 743 votos atrás do primeiro colocado. Com isso, ficou à frente do então candidato do PSDB.
A campanha eleitoral de Bylaardt em 2008 teve discursos moderados, prometendo "As Pessoas em 1º Lugar", respeito ao cidadão e acima de tudo, ações de mudança, da antiga política 'arroz com feijão' que vinha sendo feita em Guaramirim.
Bylaardt foi acusado de improbidade administrativa, referente ao tempo que dirigiu o hospital. A acusação referia-se à emissão de 333 cheques sem fundo para compra de matéria-prima para os atendimentos do hospital. Mas, de acordo com a decisão judicial da Justiça da Comarca de Guaramirim, Bylaardt não desviou o dinheiro dos cheques, o que levou-o a ser inocentado das acusações.
Com a grande oscilação e até 30% no preço dos medicamentos, a falta de estoque era o principal problema que enfrentava o Hospital Santo Antônio. Dessa forma os remédios eram adquiridos quando a demanda exigia. Bylaardt garante, entretanto, que ninguém morreu no hospital por falta de medicamento. O procedimento é confirmado pela enfermeira-chefe, Solmara Xavier de Paula, que complementa que não faltou material de uso no pronto-socorro.
Segundo registros da época, a Prefeitura de Guaramirim, dirigida pelo então prefeito Antônio Carlos Zimmermann não havia feito o repasse de verbas para o hospital. Os cheques foram cobertos, embora com atraso.