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Osmar Bertoldi

Político brasileiro

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Osmar Stuart Bertoldi (Curitiba, 20 de março de 1969) é um político brasileiro, ex-deputado federal pelo estado do Paraná, filiado ao Democratas (DEM).

Bertoldi é formado em pedagogia pela Universidade Tuiuti do Paraná, com especialização em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade da Califórnia/Berkeley e autor do livro “Ideias para uma Metrópole Sustentável”, lançado em 2006 pela Editora Esplendor.

Foi vereador em Curitiba por três vezes (1993-1997/1997-2001, PPB-PR; 2001-2005, PP-PR) e primeiro-secretário da Câmara Municipal de Curitiba (1997-2004).

Em 2004 foi candidato a prefeito pelo PFL. Em 2006, foi eleito deputado estadual com 27.385 votos.

Em maio de 2008 foi punido pela Justiça Eleitoral por propaganda fora de época e irregular.

Em 2013 é nomeado novamente para o cargo de Secretário de Habitação de Curitiba pelo então prefeito Gustavo Fruet, sendo que já havia ocupado o mesmo cargo na gestão anterior de Luciano Ducci.

É autor do livro Ideias para uma Metrópole Sustentável, que trata dos desafios enfrentados pelas metrópoles e pelas pessoas que habitam os grandes centros.

Na eleição de 2014, não foi eleito, embora tenha assumido o mandato de deputado federal por ser o primeiro suplente da coligação. Assumiu de fevereiro atá maio de 2015, em virtude da licença do deputado Fernando Francischini (SD).

Em novembro de 2016, após sair da prisão assume o mandato como primeiro suplente em Brasília no lugar do deputado Ricardo Barros (PP), nomeado Ministro da Saúde. Com isso o terceiro suplente Nelson Padovani (PSDB), que exerceu o mandato enquanto Bertoldi cumpria pena, deixou o cargo.

Foi efetivado no mandato, em janeiro de 2017, após a renúncia de Marcelo Belinati (PP), que assumiu a prefeitura de Londrina. Em 2 de agosto de 2017, na votação sobre a admissibilidade da denúncia de corrupção passiva em desfavor do presidente Michel Temer, assinada pela PGR, votou pelo arquivamento.

Em agosto de 2015 foi denunciado pela noiva, Tatiane Bittencourt, por sequestro, estupro, cárcere privado, lesão corporal, ameaça, vias de fato e constrangimento ilegal. Em fevereiro de 2016, foi preso em Santa Catarina.

Em setembro de 2016 foi absolvido, em primeira instância, do crime de desobediência e violação de domicílio, mas continuou preso pelo demais crimes contra sua ex-noiva, que incluem, estupro, cárcere privado, lesão corporal, ameaça, vias de fato e constrangimento ilegal. Depois de oito meses preso, foi solto em 27 em outubro de 2016, por falta de provas, e cinco dias depois assumiu a vaga de deputado federal, deixada pelo ministro da Saúde Ricardo Barros, na Câmara Federal.

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