Ovidi Montllor i Mengual (Alcoi, 4 de fevereiro do 1942 - Barcelona, 10 de março do 1995) foi um cantor, compositor e ator valenciano que formou parte da nova cançó catalã.
Debutou no ano 1962 com o grupo teatral La Cazuela, de Alcoi. Aos 24 anos marchou para Barcelona, onde actuou com grupos de teatro independentes, como o do CICF, e mais tarde com as companhias de Núria Espert e Adrià Gual. No 1968 iniciou uma carreira destacada como cantor, a miúdo acompanhado de Toti Soler, com música própria sobre textos de Espriu, Estellés, Pere Quart e dele próprio. Entre as suas peças musicais mais populares destacam:
Um outro ámbito no qual destacou Ovidi foi o cinema. Interveio, entre outros, nos seguintes filmes:
La nova cançó (1976, como ele próprio)
La oscura historia de la prima Montse (1978)
La portentosa vida del padre Vicent (1978)
Companys, procés a Catalunya (1979)
La verdad sobre el caso Savolta (1980)
Amanece, que no es poco (1989)
No ano 1995 morreu em Barcelona por conseqüência dum cancro de esôfago. Cinco meses antes, o seu povo natal (Alcoi) tinha-lhe tributado uma emotiva homenagem.
La Fera ferotge / Cançó de les balances (EP 1968)
Història d'un amic / La fàbrica Paulac (EP 1969)
Sol d'estiu / Ell (single 1971)
A Alcoi (1974) (Reeditado pelo Picap 2008)
Salvat-Papasseit per Ovidi Montllor (1975) (Reeditado pelo Picap 2007)
Ovidi Montllor a l'Olympia (1975) (Reeditado pelo Picap 2008)
De manars i garrotades (1977) (Reeditado pelo Picap 2008)
Bon vent... i barca nova! (1979)