O Partido Comunista da Checoslováquia (em checo e em eslovaco: Komunistická strana Československa, KSČ) foi um partido político comunista da antiga Checoslováquia, fundado em 1921.
Após a Segunda Guerra Mundial, com a ocupação da Checoslováquia pela URSS, os comunistas tomaram controle sobre o governo checoslovaco, tendo embarcado num programa de nacionalizações massivo sobre diversos sectores da economia do país.
Em 1948, com o Golpe de Praga, os comunistas assumiam o poder político absoluto da Checoslováquia, declarando o país como uma república socialista e, tal iria ser o regime em vigor até 1989.
Na década de 1960, com o surgimento de Alexander Dubček, o partido tenta avançar reformas, com vista à liberalização do sistema política checoslovaco, momento conhecido como a Primavera de Praga. Tais reformas seriam impedidas pela invasão soviética de 1968, depondo Dubček e impondo uma "normalização" do regime comunista do país, reafirmando a sua fidelidade para com a URSS.
Pressionado pela Perestroika de Mikhail Gorbachev e pela Revolução de Veludo, o regime aceitou convocar eleições democráticas para 1990, que, viriam a ser ganhas por Václav Havel e, com tal acontecimento, o regime comunista checoslovaco chegava ao fim.
Após a promulgação da "Lei de ilegalidade do regime comunista e de resistência contra ele", aprovada em 1993 na República Checa, o partido foi não só banido como declarado uma organização criminal.