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Patriarcado Ecumênico de Constantinopla

O Patriarcado Ecumênico (português brasileiro) ou Patriarcado Ecuménico (português europeu) de Constantinopla (em grego:

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O Patriarcado Ecumênico (português brasileiro) ou Patriarcado Ecuménico (português europeu) de Constantinopla (em grego: Οικουμενικό Πατριαρχείο Κωνσταντινουπόλεως; romaniz.: Oikoumenikó Patriarkheío Kōnstantinoupóleōs; em turco: İstanbul Rum Ortodoks patrikhanesi, İstanbul Ekümenik Patrikhanesi) ou Igreja Ortodoxa de Constantinopla é uma das quinze Igrejas Ortodoxas Autocéfalas. Devido à sua localização histórica como capital do antigo Império Romano Oriental (Bizantino) e ao seu papel como igreja-mãe da maioria das igrejas ortodoxas modernas, Constantinopla ocupa um lugar especial de honra dentro da Ortodoxia e serve como sede do Patriarca Ecumênico, Primaz da Ortodoxia, que goza do status de primus inter pares (primeiro entre iguais) entre os prelados ortodoxos orientais do mundo, embora este seja um título mais honorífico, usado desde o século VII e que lhe confere poder decisório em caso de impasse. É amplamente reconhecida como representante espiritual honorário de todos os fiéis ortodoxos.

O estatuto do Patriarcado Ecuménico não é oficialmente reconhecido pela República da Turquia; a Turquia apenas reconhece a autoridade do Patriarcado Ecuménico sobre a minoria grega em Istambul, Bozcaada e Gökçeada.

É também um dos cinco patriarcados da antiguidade, chamados Pentarquia. Dentro da comunhão ortodoxa, ele ocupa o primeiro lugar de precedência (primazia de honra).

A Igreja em Bizâncio (em grego: Βυζάντιον; romaniz.: Byzántion) provavelmente remonta ao tempo dos Doze Apóstolos quando, segundo a tradição, Santo André a erigiu. Curiosamente, as duas sés primazes, Roma e Constantinopla, supostamente foram fundadas pelos irmãos Pedro e André, também os primeiros escolhidos pelo Messias.[carece de fontes?]

A importância da "Sé Constantinopolitana" e de seu bispo foi fortemente marcada pela ascensão da cidade a capital do Império Romano, a "Nova Roma". Por esse tempo, seu bispo era o segundo em importância, após o Papa (Ver 3º Cânone do 1º Concílio de Constantinopla), mas o IV Sínodo Ecumênico (Concílio de Calcedônia) conferiu a ele as mesmas honras de sua contraparte romana.

Nos primeiros séculos da Igreja, os bispos de Bizâncio estavam submetidos ao Metropolita de Heraclea (Perinto). Sob Constantino, o Grande, a cidade relativamente menor de Bizâncio foi transformada em Constantinopla - Nova Roma, a capital do Império Romano do oriente. Em resposta a esta nova realidade, o Cânon 3 do Segundo Concílio Ecumênico (381) declarou: "Que o Bispo de Constantinopla, porém, tenha as prioridades de honra depois do Bispo de Roma, por ser a Nova Roma".

Então, em 451, o Quarto Conselho Ecumênico produziu o famoso e controverso Cânon 28 de Calcedônia, que ampliou a autoridade do bispo de Constantinopla com base na lógica "de que a cidade que é a sede de um império e de um senado, e é igual à velha Roma imperial no que diz respeito a outros privilégios e prioridades, deve ser ampliada também como ela é no que diz respeito aos assuntos eclesiásticos, como vindo depois dela, ou como sendo a segunda a ela". Este cânon subordinou os Metropolitas do Ponto, Ásia e Trácia (embora não os bispos diocesanos nestas províncias) ao bispo de Constantinopla. O cânon também deu a Constantinopla responsabilidade sobre "os bispos das dioceses mencionadas que se encontram em terras bárbaras".

Durante o primeiro milênio, a Pentarquia foi bastante articulada e promoveu os primeiros sete concílios ecuménicos. Porém, com a queda do Império Romano do Ocidente e do afastamento cultural do ocidente-oriente, as diferenças litúrgicas, quanto à prática e às interpretações tenderam a avolumar-se e, na precária estabilidade em que se encontravam juntamente com a afetação política, romperam-se. Esse rompimento deu-se paulatinamente, mas tornou-se oficial em 1054.

Com a separação dos quatro patriarcados orientais com o ocidental, coube ao Patriarca Ecumênico de Constantinopla a primazia de honra que era, na Pentarquia, disposição do Patriarca Ocidental.

Sob o Papa Paulo VI e o patriarca Atenágoras I, as igrejas peregrinas retiraram sua mútua excomunhão. Apesar de não implicar em uma reconciliação eclesial, simboliza uma nova condição de relação entre ambas as Igrejas.

Arquidiocese de Constantinopla - chefiada pelo Patriarca: Istambul e arredores;

Diocese das Ilhas dos Príncipes;

A Igreja Ortodoxa em Creta, que consiste na Arquidiocese de Creta e oito Dioceses, é semiautônoma e tem sua afiliação regular com o Patriarcado Ecumênico.

Sínodo Provincial da Igreja de Creta;

Metrópole de Rethymno e Avlopotamos;

Santuários de Kydonia e Apokoronas;

Diocese de Lampi, Syvrito e Sfakion;

Diocese de Petra e Herronissos;

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