Paul Morand (París, 13 de março de 1888 - París, 24 de julho de 1976) foi um diplomata, novelista, dramaturgo e poeta francês, considerado um modernista.
Gerou muitas tempestades ao longo de quase todo o século XX, devido à sua irreverência literária e à recusa em seguir as modas do pós-guerra, abordando temas demasiado ousados para a época. As suas escolhas políticas infelizes condenaram-no perante a opinião pública e levaram a ser banido, por um longo período, do panorama literário francês, tendo sido até, considerado como persona non grata. Esteve exilado e só após a sua polémica eleição para a Academia Francesa, viu a sua obra, de novo, publicada em França.
Ginette Guitard-Auviste, Paul Morand, préface de Pierre de Boisdeffre, avec cinq textes inédits (Éditions universitaires, 1956, puis nouvelle édition, Balland, 1994)
O amor não é um sentimento, é uma arte.É preciso que os pobres sejam tão pobres que não lhes reste senão se revoltarem.Paul Morand
«Discours de réception de Paul Morand, Académie française» (em francês). cópia arquivada