Petr Král (4 de Setembro de 1941, em Praga – 17 de Junho de 2020) foi um escritor checo. Graduado em FAMU, trabalhou como editor na Orbis, onde orientou uma colecção sobre filmes e realizadores. Em 1968, ele emigrou para França onde trabalhou numa galeria, numa loja de fotografia, como professor, intérprete, tradutor, guionista e revisor, entre outros. Em 1984 viveu no Quebec. De 1990 a 1991 foi conselheiro cultural na embaixada checa em Paris. Král traduz de e para francês (sobretudo poesia moderna). Ele editou muitas antologias. Desde Abril de 2006, ele reside em Praga.
Petr Král começou a escrever sob a influência do surrealismo, mas desde os anos 70, os seus livros mostram que o método surrealista não lhe oferecia total satisfação. Ele escreve sobre a eterna espera que se alimenta a si própria, e talvez leva ao consumo da pessoa que deseja. As palavras mais emblemáticas de Král serão: "Não morreremos, é muito pior: desapareceremos. Por outras palavras, nós nunca fomos. A realidade não existe."
Vlasta Burian (+ A. Král), 1969
P. S. čili Cesty do ráje, 1990
Pocit předsálí v aixské kavárně, 1991
Med zatáček čili Dovětek k dějinám, 1992
Voskovec a Werich čili Hvězdy klobouky, 1993
Fotografie v surrealismu, 1994
Mramor se jí studený (Antologia do movimento surrealista belga), 1996
Groteska čili Morálka šlehačkového dortu, 1998
Anthologie de la poésie tchèque contemporaine, 2002 (publicou em França pela Gallimard)
Bar Příroda čili Budoucnost 5 km, 2004
Úniky a návraty (entrevista com Petr Král por Radim Kopáč), 2006