Plínio Pompeu de Saboia Magalhães (Ipu, 3 de março de 1892 — 27 de abril de 1994) foi um engenheiro e político brasileiro. Foi deputado federal e senador pelo Ceará. Também foi prefeito de Fortaleza de 1934 a 1935.
Era o segundo dos treze filhos de João Pompeu de Sousa Magalhães (1863 - 1937) e de Jacinta Viriato de Saboia (1866 - 1945). Dentre seus irmãos, destaca-se Randal Pompeu, ex-prefeito de Sobral e ex-parlamentar. Pelo lado materno era também sobrinho-neto do Visconde de Saboia e, pelo lado paterno, sobrinho-bisneto de Tomás Pompeu de Sousa Brasil.
Casou-se em 11 de fevereiro de 1928 com Maria da Soledade Saboia (1904 - 1993), uma prima distante, filha de José Saboia de Albuquerque e de Maria da Soledade Miranda Pessoa (neta de Francisco de Paula Pessoa). O casal teve três filhos:
Lúcia Pompeu de Saboia Magalhães (1929 - 1954), falecida em acidente automobilístico;
José Saboia Neto (1933 - 1978), construtor, pai da ex-senadora Patrícia Saboya;
Gilberto Saboia Pompeu (1935 - 1985), engenheiro civil, falecido em acidente automobilístico.
Nas eleições para deputado federal constituinte de 1933, foi derrotado e alcançou a primeira suplência no seu Partido Social Democrático do Ceará. Porém, nas eleições de 1934 para deputado federal conseguiu ser eleito com 8.318 votos. Por ser aliado ao grupo governista de Getúlio Vargas naquele momento, foi indicado para ser Interventor da cidade de Fortaleza, desempenhando as funções de prefeito por nomeação entre 1934 e 1935.
Nas eleições de 1945, agora aliado do grupo de Fernandes Távora e crítico do varguismo, Pompeu foi o mais votado para o cargo de Senador do Ceará, filiado ao partido oposicionista UDN.==Referências==