Sérgio Freitas Bittencourt (Rio de Janeiro, 3 de fevereiro de 1941 — 9 de julho de 1979) foi um compositor e jornalista brasileiro.
Filho de Jacob do Bandolim, foi criado em volta dos chorões e das rodas de choro. Na escrita, seu estilo era duro e desaforado, mas era considerado sentimentalista.
Trabalhou nos jornais cariocas Correio da Manhã, O Globo, O Fluminense e na Revista Amiga, de Bloch Editores. Teve programas na rádio Capital, Carioca - no Rio e Mulher, de São Paulo. Foi jurado dos programas de TV de Flávio Cavalcanti: Um instante maestro!, A Grande Chance e Programa Flávio Cavalcanti. Com a popularidade alcançada nos programas de Flávio Cavalcanti, levado em rede nacional para quase todo o Brasil, comandou - ao início dos anos 1970 - um programa semanal de variedades na TV Itapoan (de Salvador/BA) com bastante repercussão em todo o Estado.
Sofria de hemofilia. Faleceu em 1979 vítima de um infarto.
Participações em festivais de música
1966 - II Festival de Música Popular Brasileira - TV Record - São Paulo. Classificado em 4º lugar com a música Canção de não cantar, junto com o conjunto vocal MPB-4.
1966 - I Festival Internacional da Canção - TV Rio - Rio de Janeiro. Concorreu com a música Canção a medo, intérpretes: os conjuntos vocais MPB-4 e Quarteto em Cy.
1968 - Festival O Brasil canta no Rio, saiu vencedor com a música Modinha, na voz do cantor Taiguara.
1971 - Festival Internacional da Canção, ficou em 4º lugar com a música Canção pra senhora, junto com O Grupo.
1965 - "Estrelinha" - gravação da cantora Eliana Pittman.
1966 - "Canção a Medo" - com o conjunto vocal MPB-4.
1968 - "Modinha" com Taiguara.
1968 - Pegue Canção Para Chegar" - Moacyr Franco.
1969 - "Jambete" - com o Sambista Cyro Monteiro.
1969 - "Quem Mandou" - Wilson Simonal.
1969 - "Silêncio" - Wilson Simonal.
1970 - "Acorda, Alice" - Censurada.
1972 - "Naquela Mesa" com Elizeth Cardoso.