Vânia Mercuri de Almeida, mais conhecida pelo nome artístico de Vânia Abreu (Salvador, 30 de maio de 1967) é uma cantora, produtora musical e escritora brasileira de MPB. É irmã da cantora Daniela Mercury.
1995 – “Vania Abreu” – Produção Ary Sperling
1997 – “Pra Mim” - Produção Guto Graça Mello
1999 – “Seio da Bahia” – Produção Paulo Dáfilin
2004 – “Eu Sou a Multidão” – Produção Paulo Dáfilin
2006 – “Pierrot & Colombina” projeto especial com Marcelo Quintanilha– Produção Mauricio Tagliari – YB
2007 – “Misteriosa Dona Esperança” – Produção Serginho Rezende
2009 – “Flor da Bahia” - Produção Paulo Dáfilin - Álbum Digital
2017 – "Antes de Hoje - Ao Vivo" - Produção Xinho Rodrigues e Vania Abreu - Álbum Digital
2017 – “Eu e Meu Amor” – Produção Xinho Rodrigues - Single Digital
2018 – "Meu Sotaque" - Produção Toni Duarte - Single Digital
1996 – “Meu sonho não” – (faixa do 1º CD - Vania Abreu) - Tema do filme Fica comigo, direção de Tizuka Yamazaki.
1997 – “Ser igual é legal” – (faixa do 2º CD – Pra mim) - Trilha da novela “Anjo Mau”, da Rede Globo.
1999 – “Quando eu estava só” – (gravação Inédita) - Trilha da novela “Meu pé de laranja lima”, da Rede Bandeirantes.
2002 – “Meditação” – (gravação inédita) - Trilha do Filme “Lara” – Arranjos e Direção Musical de Dory Caymmi. Livre adaptação dos livros de Odete Lara, dirigido por Ana Maria Magalhães
2007 – “Dó de Mim” (regravação da própria artista) - Trilha da novela “Alta Estação” da Rede Record de Televisão.
2007 – “As Quatro Estações” (faixa do 1º CD – Vania Abreu) – Trilha da novela “Maria Esperança” do SBT.
2007 – Participação na trilha do espetáculo teatral “Ervilha Sapo Júnior" de autoria e dirigida por Marcus Vinicius de Arruda Camargo. O espetáculo tem música e canções de Marcelo Quintanilha, e como intérprete da música "Ervilha": Vania Abreu. Esta música foi composta especialmente para a personagem principal. Ervilha Sapo Júnior é a continuidade da "Trilogia do Muro". A primeira: "Desce do Muro Moleca!"; a segunda "Um Jeito Assim..." conquistou o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) de melhor diretor e teve indicação para o Troféu Mambembe como melhor autor em 1998. As três peças se entrelaçam mantendo a mesma inspiração na cenografia e na trilha sonora composta por Marcelo Quintanilha.