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Will Power

William Steven Power, conhecido como Will Power (Toowoomba, 1 de março de 1981) é um automobilista australiano que está

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William Steven Power, conhecido como Will Power (Toowoomba, 1 de março de 1981) é um automobilista australiano que está programado para competir na IndyCar Series pela Andretti Global.

Power disputou de 2005 a 2007 a Champ Car pela equipe Team Australia. Em 2008, Power disputou a IRL pela equipe KV e ele venceria em Long Beach, a última prova pela Champ Car, que se unificou com a IRL naquela temporada. No início de 2009, substituiu Helio Castroneves, piloto da Penske, no GP de São Petersburgo e se tornou um dos pilotos titulares nela. Ficou mais conhecido para os torcedores brasileiros por vencer as três primeiras edições da São Paulo Indy 300: (2010, 2011 e 2012) com a Penske. Em 2010, 2011 e 2012, o piloto australiano foi vice-campeão. Venceu as 500 Milhas de Indianápolis de 2018 e conquistou o título da IndyCar Series em 2014 e em 2022. Deixou a Penske ao final da temporada de 2025.

Natural de Toowoomba, cidade do estado australiano de Queensland, William Steven Power é filho do automobilista Robert "Bob" Power. Seu irmão Damien é comediante stand-up, e Will, como se tornou conhecido, chegou a participar de um curta dele interpretando a si mesmo. O piloto tem relacionamento com a representante de relações públicas Elizabeth "Liz" Cannon desde 2006, quando os dois trabalharam juntos na Walker Racing, e em dezembro de 2010, eles se casaram em uma cerimônia em Maui, no Havaí. Juntos, eles têm um filho, Beau, nascido em dezembro de 2016.

Power começou sua carreira na Fórmula Ford, competindo entre 1998 e 2001. Foi campeão de Queensland em 2000, e vice-campeão australiano em 2001.

Power mudou-se para a Fórmula Holden em 2002, correndo pela equipe Ralt Australia de propriedade de Graham Watson dirigindo um Reynard 94D. Power foi campeão por mais de 50 pontos de vantagem sobre Stewart McColl, somando sete vitórias e três pole positions.

No meio da temporada de 2002, Power foi autorizado a pilotar pela Cooltemp Racing, equipe de Fórmula 3 de propriedade de Bevan Carrick, pilotando também um Dallara-Toyota no Campeonato Australiano de Fórmula 3. Apesar de perder as corridas de abertura, Power foi vice-campeão com apenas 37 pontos de desvantagem sobre James Manderson.

Em 2003, Power se inseriu no automobilismo europeu, competindo na Fórmula 3 Inglesa. Seu financiamento limitado o impediu de fazer a temporada completa, assim, ele fez algumas etapas pelas equipes Diamond Racing e Fortec Motorsport. Para 2004, Power conseguiu fazer a temporada completa da F3 Inglesa pela Alan Docking Racing. Acumulou cinco pódios e ficou em nono lugar.

Em 2004, Power testou um carro de Fórmula 1 da Minardi na Itália, ao lado de seu compatriota Will Davison, rival tanto na Fórmula Ford quanto na F3.

Em 2005, Power competiu na World Series by Renault pela equipe Carlin Motorsport, conquistando duas vitórias, com quatro pódios no total, e classificou seu carro na primeira fila cinco vezes, terminando o ano na sétima posição. Além de pilotar na WSR, Power também foi um dos pilotos de destaque da equipe australiana na temporada 2005-06 do A1 GP. Power correu na abertura da série em Brands Hatch e levou a Austrália ao segundo lugar, atrás apenas do Time Brasil.

No final de 2005, Power se juntou à Team Australia para competir na Lexmark Indy 300 da Champ Car, o que resultou em seu afastamento da World Series by Renault. Mostrou bom desempenho em sua estreia na categoria, até ser tirado da pista pelo companheiro de equipe Alex Tagliani. Após o evento em Surfers Paradise, Power assinou um contrato de vários anos para correr pela equipe, que começou imediatamente na próxima etapa na Cidade do México, depois que o companheiro de equipe de Tagliani, Marcus Marshall, foi liberado pelo que foi descrito como uma "grave quebra de contrato".

Power pilotou em tempo integral pela Team Australia em 2006. O australiano somou nove resultados entre os dez primeiros e excelentes resultados nas eliminatórias. Em seu retorno à Surfers Paradise, Power surpreendeu ao fazer sua primeira pole da carreira na Champ Car, mas um contato com Paul Tracy no pit lane e uma ultrapassagem ambiciosa de Sébastien Bourdais atrapalharam sua corrida, deixando-o uma volta atrás quando o carro foi consertado, e Power terminou em décimo segundo lugar. No México, na etapa final da temporada, Power conquistou seu primeiro pódio na Champ Car, o que lhe rendeu a sexta colocação no campeonato de pilotos e o prêmio de "estreante do ano".

Em 8 de abril de 2007, Power venceu pela primeira vez no Grande Prêmio de Las Vegas inaugural, após largar da pole position e liderar a maioria das voltas, tornando-se o primeiro piloto australiano a vencer na Champ Car. Em 8 de julho, no Grande Prêmio Steelback de Toronto, Power superou a chuva para sair de quarto rumo ao primeiro lugar e conquistar sua segunda vitória na categoria. Além disso, o australiano somou pódios em Long Beach, Mont-Tremblant e Cidade do México, além de pole positions em Houston, Edmonton, Surfers Paradise e Cidade do México, ficando em quarto lugar na classificação final em 2007.

A fusão da Champ Car e da IRL deixou o futuro de Power incerto. A equipe dele, Walker Racing, anunciou que não faria a troca da Champ Car para a IRL devido à falta de patrocínio. No entanto, Power conseguiu fechar contrato com a KV Racing Technology para pilotar o carro nº 8 em 2008, continuando a trabalhar com o chefe da Team Australia, Craig Gore.

Power venceu a corrida final da Champ Car em Long Beach em 2008, garantindo também sua primeira vitória na Indy. Ele conquistou dois top-5 em corridas da IndyCar Series, o suficiente para terminar em décimo segundo na classificação geral, superado por pontos por seu companheiro de equipe, Oriol Servià. Na prova extracampeonato em Surfers' Paradise, Power conquistou a pole position, mas sofreu um acidente enquanto liderava a corrida.

A Penske anunciou em 13 de janeiro de 2009 que, para a temporada de 2009 da IndyCar Series, Power substituiria Hélio Castroneves no comando do carro nº 3, enquanto Castroneves atendia às acusações federais de evasão fiscal. Power, que teve como companheiro o compatriota Ryan Briscoe, levou o carro nº 3 da Team Penske Honda-Dallara ao sexto lugar no Grande Prêmio de São Petersburgo, a primeira corrida do ano.

Após São Petersburgo, Castroneves foi absolvido de todas as acusações de evasão fiscal e retornou à equipe para a corrida seguinte, no Grande Prêmio de Long Beach. Preparado para esse cenário, Roger Penske, que tinha carros extras disponíveis para São Petersburgo e Long Beach, disponibilizou um deles para Power em etapas específicas. Com isso, Will foi oficialmente inscrito para o Grande Prêmio de Long Beach na noite de sexta-feira com o carro de número 12, e todos os dados de configuração coletados de suas duas sessões no carro nº 3 foram transferidos com sucesso. Power conquistou uma pole position dominante, e após liderar dezesseis voltas, terminou em segundo, atrás de Dario Franchitti. Power retornou para as 500 Milhas de Indianápolis, na qual terminou em quinto lugar depois que uma gafe da equipe de box na parada final - enquanto Power estava em segundo - custou-lhe uma chance de brigar pela vitória, que foi para Castroneves. Para recompensar Power por seus esforços, ele foi mantido pela equipe para dirigir em mais cinco corridas em Toronto, Edmonton, Kentucky, Sonoma e Homestead, com ele vencendo pela primeira vez durante o Rexall Edmonton Indy de 2009. Mas a temporada de Power se encerrou prematuramente durante os treinos para a Motorola Indy 300 em Sonoma, quando Nelson Philippe girou ao sair da curva 3 e parou em um ponto cego, com Power não conseguindo evitar uma colisão. Ambos os pilotos foram retirados da pista de corrida em pouco tempo. Power teve duas vértebras fraturadas, enquanto Philippe sofreu uma fratura no tornozelo. Ambos os pilotos sofreram concussão no incidente e foram hospitalizados, perdendo as últimas etapas de 2009. Assim, Power encerrou o ano na décima nona colocação.

Em 19 de novembro de 2009, a Team Penske anunciou que Power se juntaria à equipe em tempo integral para 2010, com ele recebendo o patrocínio da Verizon Wireless. Power abriu a temporada de forma dominante, vencendo as duas primeiras corridas do ano realizadas no Brasil e em São Petersburgo, tornando-se o primeiro piloto da IndyCar desde Sam Hornish Jr. em 2001 a vencer os dois primeiros eventos do ano. Foram cinco vitórias ao todo, com a de Watkins Glen sendo marcante por ter dado a Roger Penske sua primeira vitória na IndyCar Series na pista histórica. Power também foi recordista em poles daquele ano, largando oito vezes na posição de honra, mas após abandonar no oval de Miami, terminou o ano como vice-campeão, atrás de Dario Franchitti por quinze pontos. Mas em compensação, Power venceu no Mario Andretti Road Course Championship, ganhando o Troféu Mario Andretti inaugural como campeão do circuito de rua para a temporada de 2010 da IndyCar Series.

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