Georges Wolinski (Túnis, 28 de junho de 1934 — Paris, 7 de janeiro de 2015) foi um cartunista e escritor de quadrinhos francês. Foi assassinado no massacre do Charlie Hebdo, um ataque terrorista ocorrido em 7 de janeiro de 2015 em Paris.
Depois de descontinuar seus estudos de arquitetura em Paris, Georges Wolinski tornou-se cartunista em 1960, contribuindo com cartuns eróticos e políticos, além de tirinhas cômicas na revista mensal Hara-Kiri.
Durante a revolta dos estudantes de maio de 1968, Wolinski foi co-fundador da revista de sátira L'Enragé com Siné.
No início da década de 1970 Wolinski participou com o quadrinista Georges Pichard na criação de Paulette, que apareceu em Charlie Mensuel e provocou reações na França durante sua publicação.
O trabalho de Wolinski pode ser visto diariamente no jornal Libération, semanalmente no Paris-Match, L'Écho des savanes e Charlie Hebdo.
Georges Wolinski foi assassinado por radicais islamistas em 7 de janeiro de 2015 na redação do jornal Charlie Hebdo durante um ataque terrorista. No mesmo ataque, morreram outros importantes cartunistas como Cabu, Charb, Tignous e Honoré.
Je ne pense qu'à ça ! (3 volumes, 1969 a 1972)
Il n'y a pas que la politique dans la vie... (1970)
La Vie compliquée de Georges le tueur (1970)
Paulette (7 volumes, 1971 - 1984 ; desenhos de Georges Pichard)
Wolinski dans l'Huma (3 volumes, 1977 à 1980)
La Reine des pommes (1979 ; segundo o romance de Chester Himes)
La Divine sieste de papa (2 albuns, 1981 et 1987, scénario avec Maryse Wolinski)
Les Romans photos du professeur Choron (1981, co-scénariste)
Nous sommes en train de nous en sortir (1995)
Brèves sucrées et salées de salons de thé (2000)